domingo, 23 de setembro de 2012

U_PUB - G1 / Fernando Pires.

Tributo a Florence.



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A Fotografia Publicitária / ULBRA - Fernando Pires


             A fotografia publicitária  tem o objetivo e a função de vender um produto ou propagar, uma ideia.
             É responsável por atribuir importância  ao tema trabalhado, ou seja, é preciso que o fotógrafo conheça o assunto para registrar as principais características do produto.
             A diferença da foto publicitária em comparação à foto jornalística, esta na possibilidade de manipular uma imagem publicitária.
            É preciso ter conhecimento técnico, sobre ferramentas e equipamentos agregando valor ao trabalho. O foco, luz, ângulo, composição, plano de fundo e representação de movimento são elementos da fotografia que podem destacar o produto.
           Antes de produzir uma fotografia publicitária, deve-se considerar o tipo de mídia o anúncio com a imagem será veiculada, pois o peso do arquivo digitalizado e a qualidade da imagem variam conforme a mídia escolhida. Outro fator decisivo é o público-alvo da mensagem.



Fontes:
http://cliquefotopublicidade.blogspot.com.br
http://www.infoescola.com/publicidade/fotografia-publicitaria/

O que é Layout? / ULBRA - Fernando Pires



Layout é um esboço mostrando a distribuição física, tamanhos e pesos de elementos como texto, gráficos ou figuras num determinado espaço. Pode ser apenas formas rabiscadas numa folha para depois realizar o projeto ou pode ser o projeto em fase de desenvolvimento. Ou até mesmo o arranjar ou rearranjar de várias máquinas ou equipamentos até se obter a disposição mais agradável.
Uma prévia do serviço pronto antes de executado, onde se pode alterar sua disponibilidade sem danos a nenhuma das partes envolvidas no processo (designer e cliente) para que o serviço seja produzido de acordo com o gosto do cliente, para apenas ao término do desenvolvimento e obtenção de aprovação, se leva a público.
O termo layout pode também configurar-se como projeto envolvendo diferentes cadeias associativas e técnicas visuais sempre com objetivo e função.


Fontes: 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sistema de Zonas

Sistema de Zonas
O olho humano é capaz de enxergar uma gama enorme de variações tonais, conseguimos distinguir a olho nu a menor variação de tons. Porém quando se trata de filmes fotográficos temos representados apenas uma pequena fração dessa gama, e em relação aos sensores eletrônicos atuais, essa latitude de tons é ainda menor.
Foi buscando representar nas cópias a mesma gama de tons que enxergamos que Ansel Adams junto de Fred Archer desenvolveu o Sistema de Zonas, que é um método fotográfico para mensurar os tons presentes numa cena, dividindo o por zonas.
Vindo de uma formação musical, Adams quis criar uma nomenclatura para a luz, tornando o ato de visualização de uma cena mais fácil, alcançando assim resultados mais próximos ao que enxergamos, e possibilitando o ato criativo em termos de controle tonal. Com base no espectro do filme (que é linear), elaborou uma escala com 10 diferentes tons (zonas) que vão do preto ao branco em suas totalidades, e a cada zona atribuiu uma definição de como ela deveria parecer na cópia.
Zona
Tons
Observações
0
-5.0
Preto máximo do papel fotográfico. Preto puro.
I
-4.0
Tom percebido com o preto, levemente diferenciado do –3.0.
II
-3.0
Cinza escuro, limite entre o visível e invisível de texturas.
III
-2.0
Primeiro tom de cinza escuro.
IV
-1.0
Cinza Intermediário.
V
0
Cinza médio padrão. Índice de reflexão 18%.
VI
+1.0
Cinza claro.
VII
+2.0
Tom de cinza mais claro, com percepção definida das texturas
VIII
+3.0
Último tom de cinza claro, onde as texturas não são mais reconhecidas.
IX
+4.0
Branco máximo do papel fotográfico. Branco puro.

A maioria dos objetos reflete 18% da luz que recebem, temos então essa média como base dos fotômetros e como o ponto mediano de onde partimos no sistema de zonas. Analisando uma cena determinamos o que é importante nela e como queremos retratá-la (em qual zona). Utilizamos o fotômetro para medir esse ponto importante e então a partir da exposição recomendada (que apontara para cinza médio) compensamos a exposição abrindo ou fechando pontos para chegarmos até a zona pretendida. Com isso possuímos controle sobre a textura nas altas e baixas luzes irá se comportar, e ajustamos os tons a nossa criatividade.
É preciso esclarecer que, apesar da teoria ser um pouco complicada, a sua aplicação é fácil e a maioria dos fotógrafos a utiliza mesmo não tendo conhecimento. Utilizamos o sistema de zonas não só na exposição, mas como também na revelação e ampliação do filme.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011